Milho tem máxima de 8 anos em Chicago com seca no Brasil e plantio lento nos EUA


Milho
O tempo seco no Brasil ameaça o desenvolvimento da segunda safra de milho do país (Imagem: Pixabay /seadog)

Os contratos futuros do milho negociados em Chicago atingiram nesta segunda-feira o maior patamar desde junho de 2013, com preocupações sobre a oferta do cereal na América do Sul dando impulso ao mercado.

A valorização do milho também levou trigo e soja a alcançarem máximas de oito anos.

O contrato julho do milho fechou em seu limite diário de alta, a 6,5750 dólares por bushel.

A soja para julho avançou 23,25 centavos de dólar, para 15,3925 dólares/bushel, após atingir a marca de 15,4475 dólares, máxima desde junho de 2013. Já o trigo subiu 27,25 centavos, a 7,3950 dólares/bushel, depois de tocar 7,46 dólares, mais alto nível desde fevereiro de 2013.

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O tempo seco no Brasil ameaça o desenvolvimento da segunda safra de milho do país, já que o plantio atrasado deixou a cultura vulnerável aos danos pela seca.

“É o início do período de seca”, disse Karl Setzer, analista de riscos em commodities da Agrivisor. “Se não tivermos algumas chuvas logo, isso será uma preocupação.”

O plantio lento no Meio-Oeste dos Estados Unidos, devido a uma frente fria, também deu suporte ao mercado, em momento em que as ofertas norte-americanas encolhem.



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