Metaverso desperta interesse de 49% dos brasileiros e deverá movimentar US$ 800 bilhões até 2024, mostra levantamento

Um infográfico criado pela empresa de Relações Públicas e Comunicação Corporativa FleishmanHillard, a partir de pesquisas e outras publicações divulgadas recentemente, lançou luz para o potencial de crescimento de mercado do metaverso nos próximos anos, interesse do público e adesão de empresas, além da criação de novas profissões.

Propalado em outubro de 2021 por seu principal entusiasta, o CEO da Meta, Mark Zuckerberg, que prometeu desembolsar US$ 150 milhões na contratação de 10 mil pessoas para construção deste novo mundo virtual, o metaverso deverá movimetar até US$ 800 bilhões até 2024.

Para se ter uma ideia do potencial deste mercado, a imersão no metaverso implica a aquisição de equipamentos de Realidade Virtual (VR), com objetivo de criar uma interface virtual que represente os lugares reais ou os que forem criados pelo computador, e os equipamentos de Realidade Aumentada (AR), para adição de camadas visuais à realidade. O que representa uma indústria que deverá movimentar aproximadamente US$ 400 bilhões até 2025. 

Na última segunda-feira (9), a gigante tecnológica inaugurou a Meta Store, a primeira loja física com tema metaverso na área da baía de São Francisco. Localizada no campus da empresa em Burlingame, Califórnia, a loja conta com uma tela de LED curvada de parede que exibe o que os usuários veem usando headsets VR Meta. 

Por outro lado, os números ainda podem mudar. Isso porque os dados recentes revelaram, por exemplo, que 54% dos internautas brasileiros querem conhecer o metaverso, embora não tenham certeza se estão dispostos a interagir neste universo. Enquanto isso, 49% dos entrevistados afirmaram que estão dispostos ou muito dispostos a interagir no metaverso. Já o número de internautas brasileiros que transitam no metaverso é de apenas 6%, cerca de 5 milhões de pessoas. 

De olho neste mercado, empresas como a Coca Cola e o Itaú já investem em operações no metaverso. Tanto que a grife Gucci, outra empresa atenta ao metaverso, desenvolve roupas virtuais para avatares e recentemente vendeu uma versão digital da bolsa Dionysus no jogo Roblox ao preço de Us$ 4,1 mil, valor superior ao exemplar físico do mesmo produto.

Revendedores de tokens não fungíveis (NFTs), organizadores de eventos, gerentes de coleções, proprietários de terras virtuais, mental coach e corretor virtual estão entre as diversas profissões que também começam a surgir com o metaverso. Uma lista cuja tendência poderá espelhar a maioria das profissões no mundo físico, além de outras exclusivas do mundo virtual, conforme noticiou o Cointelegraph Brasil

 

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Fonte: cointelegraph.com.br