Ibovespa (IBOV) se descola de recuperação em Wall Street e fecha estável – Money Times


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Ibovespa conseguiu fechar no azul, mas com muito força; índice não conseguiu seguir a recuperação dos mercados (Imagem: Money Times/Diana Cheng)

O Ibovespa (IBOV) fechou a sessão desta terça-feira (10) quase estável, com perda de 0,13%, a 103.113,81 pontos, segundo dados preliminares, em sessão marcada por forte volatilidade, com o índice variando entre perdas e ganhos.

Em Wall Street:

  • Nasdaq subiu 0,98%;
  • S&P 500 teve alta de 0,25%;

Segundo a Ativa, a queda foi puxada pelo setor de siderurgia, que caiu diante dos sinais de desaquecimento da economia vindos da China.

Os destaques negativos ficaram com Usiminas (USIM5) e CSN (CSNA3), recuaram 6% e 5,19%, na devida ordem, seguidas pela Gerdau (GGBR4), em queda de 4,43%.

O destaque positivo ficou com as ações da Alpargatas (ALPA4), em alta de 4,92%, seguidas pela Natura (NTCO3) e Banco Inter (BIDI11), que avançaram 9,84% e 9,14%.

Alpargatas continua a subir acompanhando as perspectivas positivas apresentadas no resultado do 1°Tri. Já as demais ações apresentam recuperação parcial após as fortes quedas dos últimos pregões”, coloca a Ativa.

O que mexeu com os mercados?

Ata do Copom

Banco Central avalia que o aperto das condições financeiras observado na economia cria um risco de desaceleração mais intensa da atividade à frente, conforme ata do Comitê de Política Monetária (Copom) publicada nesta terça-feira, reconhecendo que há uma deterioração na dinâmica inflacionária do Brasil apesar do ciclo “bastante intenso e tempestivo” de ajuste nos juros.

O documento mencionou surpresa no movimento de alta de preços e pressões provocadas pela guerra na Ucrânia e a demanda global elevada. E ressaltou que grande parte do efeito contracionista da política monetária ainda não foi observada, assim como seu efeito sobre a inflação corrente.

De acordo com a ata, diante da potencial persistência do processo inflacionário global, a posição mais contracionista da política monetária nos países avançados tem impactado as condições financeiras dos países emergentes.

“O Comitê ressaltou que o crescimento econômico veio em linha com o que era esperado, mas o aperto das condições financeiras cria um risco de desaceleração mais forte que o antecipado nos trimestres à frente, quando seus impactos tendem a ficar mais evidentes”, disse.

Com Reuters

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