Governo do DF vai usar recursos do Banco Interamericano para soluções com blockchain



O Governo do Distrito Federal vai contratar uma empresa para desenvolver soluções com novas tecnologias como Blockchain para quatro regiões do estado. Os recursos vêm de um contrato de empréstimo junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para o Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, o PROCIDADES.

O chamamento público está aberto desde o dia 03 de dezembro e se encerra no próximo dia 15, segundo publicação no Diário Oficial do Distrito Federal. De acordo com a Manifestação de Interesse nº 004/2020, a empresa especializada contratada vai realizar o ‘Programa de Capacitação para Inovação de Empresas e Fornecedores do Distrito Federal’, batizado de ‘Desenvolve 4.0.

De acordo com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SED-DF), o programa é voltado para a quarta onda de transformação na indústria pela adoção de tecnologias para a integração do meio físico e virtual com automação e fluxo de dados. Como exemplo, o órgão descreve como inovação as tecnologias Blockchain; IoT; Big Data; Inteligência Artificial; e Biologia Sintética.

No âmbito do Programa de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal, a empresa contratada vai desenvolver sistemas prioritariamente para as área de desenvolvimento econômico instaladas regiões administrativas de Ceilândia, Gama, Núcleo Bandeirantes e Santa Maria, diz a SED. Segundo o órgão, o prazo de execução é de 240 dias.

O programa também vai exigir da empresa contratada soluções para Gestão de processos, o que tange processos organizacionais e operacionais; Competências voltadas para inovação interna para estimular e suportar as demandas; e metodologias e ferramentas de inovação empresarial, como a ‘Design Thinking’.

Recursos do BID

De acordo com a SED, os recursos para o programa vêm de um acordo de empréstimo (nº 2957/OC-BR — Projeto BID BR-L-1076) firmado no ano 2014 entre o governo do estado e o BID, exclusivamente para uso no PROCIDADES e suas respectivas Áreas de Desenvolvimento Econômico (ADEs).

O acordo na ocasião foi de “US$ 71.430.000,00”, cerca de R$ 360 milhões hoje. Contudo, o valor a ser usado no PROCIDADES não foi informado.



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