ETF de criptomoedas que será vendido pelo Itaú levanta R$ 615 milhões



O primeiro ETF de criptomoedas do Brasil arrecadou R$ 615 milhões em sua primeira emissão, segundo comunicado divulgado pela gestora Hashdex na manhã desta sexta-feira (23).

O montante é quase três vezes maior do que o valor mínimo pretendido pela empresa, que era de R$ 250 milhões.

No total, foram emitidos 28.358 pedidos de reserva do novo produto financeiro e 12.305.014 cotas. O preço de cada uma das cotas foi R$ 47,02.

O ETF, que recebeu sinal verde da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em março, ficará disponível para o mercado secundário da Bolsa de Valores e de Balcão na segunda-feira (26), sob o ticker HASH11.

O lançamento do produto foi coordenado pelo Banco Genial, BTG Pactual e Itaú, que apesar de entrar agora no mercado de criptomoedas, vive ‘em pé de guera’ com corretoras de bitcoin.

O ETF, que é um fundo de investimentos cujas cotas são listadas para negociação numa bolsa de valores, tenta replicar a perfomance de algum índice. No caso do HASH11, o índice é o Nasdaq Crypto Index (NCI), desenvolvido pela Nasdaq em parceria com a Hashdex.

Além de criptomoedas, o Brasil em breve também terá um ETF de bitcoin da QR Asset Management, gestora de recursos da holding QR Capital.

Na quarta-feira (14), o diretor de produtos do banco, Eric Altafim, disse durante o podcast Investidor em Foco que os correntistas do Itaú Personnalité poderão investir — por meio de sua plataforma — no primeiro ETF de criptomoedas do Brasil, da gestora Hashdex.



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