Estados Unidos lideram potencial de mineração após ações restritivas da China


A Ásia perdeu a primeira posição como polo financeiro criptográfico para a Europa desde que a China baniu os criptoativos.

E um dos principais segmentos cripto no país, a mineração, hoje é dominado pelos Estados Unidos.

O ecossistema criptográfico agradece.

De bandeja para os EUA

Após a China enrijecer a legislação contra os criptoativos, a indústria da mineração cripto sentiu o baque.

Isso porque a maior parte da mineração de criptomoedas estava concentrada na China.

Após a proibição os mineradores tiveram que deixar a China.

O resultado disso foram custos extras tanto na mudança de localidade quanto a diminuinção do rendimento por causa das máquinas paradas.

Com isso o mercado veio abaixo com a venda dos mineradores e o “panic selling”.

Passados os sustos e os problemas, os países mais liberais e acessíveis ao mercado cripto foram recebendo a mineração proveniente da China, e o ecossistema cripto se recuperou.

Com isso, os Estados Unidos alavancaram seu potencial de mineração e assumiram a liderança do potencial de mineração que era da China.

A China possuía 44% da mineração de Bitcoin mundial, e em dois meses esse percentual veio a zero.

A China já vinha perdendo a dominância da mineração de Bitcoin.

Em 2019 este percentual era de 75%.

Agora pouco mais de 1/3 da mineração do Bitcoin está concentrada nos Estados Unidos.

O Cazaquistão agora é a segunda localidade a mais minerar Bitcoin no mundo. São 18%.

A Universidade de Cambridge possui uma página que mostra dados a respeito da mineração de Bitcoin no mundo.

O gráfico acima mostra como depois da proibição simplesmente a China desapareceu das estatísticas de mineração de Bitcoin.

“As proibições de mineração na China foram ótimas para o Bitcoin e para os Estados Unidos”, disse Fred Thiel, executivo-chefe da Marathon Digital Holdings, uma empresa de mineração de criptoativos nos Estados Unidos.

Tanto que os mineradores de Bitcoin nos Estados Unidos conseguiram minerar um número recorde de criptomoedas devido à diminuição do hash rate de mineração.

Opinião

O Portal Bitnotícias conversou sobre a situação com Marcello Paz, CEO da O2 Research e criador do canal Criptocapitalistas.

Paz disse que “uma das principais fragilidades do Bitcoin residia no fato de que mais de 70% dos mineradores estavam sediados na China.”

“Graças à proibição imposta por lá o Bitcoin não só se mostrou resiliente, mas também manteve seu funcionamento sem grandes problemas mesmo com a queda abrupta de metade da capacidade computacional.

“E se tornou ainda mais descentralizado também na mineração”, completou Paz.

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Fonte: BITNOTICIAS.COM.BR

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