Desastre ambiental – Projeto no Congo mostra como o Bitcoin pode ser usado para ajudar quem realmente precisa


A possibilidade do Bitcoin ser transacionado de pessoa para pessoa tem ajudado algumas comunidades onde o Estado e os Bancos privados não estão acessíveis para parte da população.

Projetos estão surgindo e levando o Bitcoin a comunidades desassistidas e assim viabilizando a economia local.

Mais que isso, estão ajudando inclusive pessoas em situações extremas, como no caso de um desastre natural ocorrido no Congo.

De pessoa para pessoa

A África é o continente que mais transaciona Bitcoin por via P2P no mundo.

Dentre os motivos para isto é que na África a menor parte da população possui acesso aos Bancos e ao Estado.

Mas praticamente toda a população africana possui ao menos 1 dispositivo móvel conectado à internet na família.

E isso tem possibilitado que a população tenha acesso a um meio financeiro e econômico justo, descentralizado e sem a intermediação de terceiros.

Por isso o Bitcoin está sendo levado para dentro das comunidades principalmente dos países menos desenvolvidos, e em casos de desastres naturais como ocorreu no Congo.

Bitcoin em situações de calamidade

Em maio deste ano um desastre natural com a erupção do vulcão Monte Nyiragongo, no Congo, isolou parte da população de uma região no país.

A tragédia matou 15 pessoas e destruiu vilarejos.

Na ocasião, o fundador da Chainglob, Gloire Wanzavalere, foi à região e pensou em uma forma de ajudar a comunidade.

Moradores do bairro de Buhene, no Congo. Foto de Philippe Kituka Lolonga, UM News.

Os moradores relataram que perderam seus documentos na pressa de fugirem da catástrofe, e assim estavam com dificuldades de acessarem o sistema financeiro tradicional.

Também estavam com dificuldades de adquirirem dispositivos móveis para realizarem transações financeiras.

Assim, Wanzavalere criou um projeto onde o Bitcoin passou a ser utilizado como meio de troca para a manutenção da economia local.

Para tanto, doou dispositivos móveis às famílias que perderam seus pertences e documentos com a tragédia.

Também ensinou moradores a usarem o Bitcoin e implementou no local a segunda camada da rede Bitcoin, a Lightning Network.

Com o projeto o comércio local foi mantido e as famílias puderam receber auxílios.

Wanzavalere disse que foi inspirado pelo projeto implementado na praia de El Zonte, em El Salvador, o Bitcoin Beach.

Inclusive existe um projeto Bitcoin Beach no Brasil, na Vila de Jericoacoara, no Ceará.

Fundamento

São em lugares desassistidos que o Bitcoin vai expressar um de seus principais fundamentos; aquele que é primeiramente expresso em seu White Paper, escrito por Satoshi Nakamoto.

Ser um sistema de dinheiro eletrônico para a troca financeira entre pessoas sem a necessidade de terceiros intermediários.

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Fonte: BITNOTICIAS.COM.BR

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