Depois de tokenizar canais do Youtube, brasileira DIVI•hub recebe aporte de US$2,4 milhões e pede registro na SEC americana



Depois de tokenizar canais do youtube e vencer a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) em uma batalha jurídica sobre a tokenização do projeto “Operação Metaforando”, idealizado pelo Yotuber Vitor Santos, a DIVI•hub, acaba de receber aporte de US$ 2,4 milhões da Comstar International LTD, holding de investimentos americana.

Segundo a empresa, o investimento pré-seed será usado para ampliar a estrutura de negócios e tecnologia com foco em outros segmentos da economia criativa, como música e esportes.

“Hoje, temos projetos em andamento voltados para youtubers, influencers e gamers, mas a economia criativa é um mundo muito mais amplo”, afirma o CEO da DIVI•hub, Ricardo Wendel.

O aporte representa 10% do capital total da DIVI•hub e antecipa a entrada da plataforma no mercado internacional, sobretudo no norte-americano, onde o processo de homologação junto à SEC (Securities Exchange Comission), o equivalente à CVM, já foi iniciado.

“Há espaço para projetos que envolvam arte, moda, esportes e, principalmente, música. A vertical musical é a nossa próxima aposta e temos conversas avançadas. Diferente do que muitos fundos de investimento estão fazendo, com a DIVI•hub o artista não precisa negociar todo seu catálogo podendo vender uma fração de cada fonograma, compartilhando o sucesso com quem mais importa: o fã.”, acrescenta Wendel.

DIVI•hub

Lançada oficialmente no primeiro semestre do ano a DIVI•hub tem a homologação da CVM, órgão regulador dos mercados brasileiros, com base na instrução 588, que trata a emissão de valores mobiliários, por meio de tokens, via plataforma eletrônica de investimento participativo.

A partir desta regulação, foi desenvolvido um mecanismo inédito de negociação que ajuda blindar o investidor de riscos societários, como questões trabalhistas.

Nela, o emissor dos DIVIs, token nativo da plataforma, é o próprio empreendedor via uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), que vai operacionalizar o projeto, apurar o lucro ou receitas.

No momento da divisão dos ganhos, esses serão feitos por meio de contrato de Sociedade em Conta de Participação (SCP), para que os investidores não tenham de assumir formalmente o quadro de sócios da SPE ou tenham de subscrever qualquer participação representativa do capital social da emissora.

Ainda segundo a empresa, até o início de outubro, serão 6 projetos que envolvem influenciadores digitais que têm ao todo mais de 40 milhões de seguidores no YouTube e outras redes, com potencial para alavancar cerca de R$20 milhões.

Em outubro, no dia 5, será lançada a captação do “Street Bots”, uma batalha de robôs que vai se tornar o Campeonato Oficial de Robôs do Brasil, liderado pelo Rato Borrachudo, com 4 milhões de seguidores e captação de até R$ 3 milhões.

E, no dia 7, é a vez do “Stand Up Favelas”, do humorista Fábio Rabin (cerca de 1 milhão de seguidores), reality show estrelado por jovens comediantes da periferia de São Paulo e que pretende captar R$3,6 milhões (rever).

“Todo mundo vai poder ser dono de um pedacinho de um projeto de seu ídolo e receber de volta rendimentos por isso”, afirma Wendel.

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Fonte: cointelegraph.com.br

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