Controladora do Mercado Bitcoin compra 100% da Wuzu, responsável pelo token ReitBZ do BTG Pactual

2TM, unicórnio controlador do Mercado Bitcoin, uma das maiores exchange de criptomoedas da América Latina, acaba de adquirir integralmente a fintech cripto Wuzu

A Wuzu estava ligada ao grupo CapTable que foi responsável por um investimento de R$ 1,2 mi na fintech em novembro de 2020. Na ocasião, o aporte foi utilizado no aperfeiçoamento das soluções desenvolvidas pela Wuzu e que agora passa a ser fundamental na estratégia de crescimento da 2TM.  

“Em cinco anos de existência recebemos mais de R$7 milhões de investimento de cinco fundos de Venture Capital, além dos investimentos anjo. A rodada realizada na CapTable foi de suma importância para Wuzu, pois com o montante captado conseguimos aperfeiçoar o desenvolvimento de serviços, como a plataforma para emissão de tokens, que agora passam a ser fundamentais para a estratégia da 2TM”, detalha o CEO da Wuzu, Anderson Nery.

Segundo um comunicado compartilhado com o Cointelegraph, a Wuzu, fintech cripto que desenvolve produtos de infraestrutura baseados em blockchain para o mercado financeiro, passa a ser decisiva para a estratégia de crescimento da 2TM.

Uma de suas principais soluções da startup é a plataforma para emissão de tokens, utilizada por instituições financeiras para gerenciamento do ReitBZ, a primeira oferta de tokens lastreados em cotas de um Fundo de Investimento em Participações. 

Para o cofundador da CapTable, Guilherme Enck, essa aquisição da Wuzu pela 2TM reforça as duas principais teses do hub de investimentos. A primeira gira em torno de busca startups disruptivas e que inovem o mercado em que estão inseridas. E  a segunda indica que a melhor saída para os investidores é a diversificação dos investimentos. 

“Buscamos startups disruptivas, como a Wuzu, para levar até nossos investidores. Por apresentarem soluções que sanem as dores do mercado, com recursos, elas conseguem maior tração ao seu negócio ao ponto de ser absorvida por outra corporação. Além disso, 79,8% dos investidores que investiram na Wuzu já diversificaram seu portfólio em 3 startups ou mais, o que comprova que ao diversificar seus investimentos, os investidores passam a contar com uma probabilidade maior de assegurar retorno de seus investimentos”, explica Enck.

Wuzu

Ao incorporar a Wuzu, a 2TM reforça sua atuação no mercado B2B como um provedor de soluções de infraestrutura cripto e vai acelerar a esteira de produção de projetos de expansão da holding no Brasil e no exterior, consolidando um dos ecossistemas cripto mais completos do mundo. 

A primeira empresa a receber financiamento da CapTable e depois ‘sair’ do grupo foi o banco de cripto, Alter, que foi comprado pelo Méliuz S/A, listado na B3, em uma transação milionária. Cerca de oito meses antes, o Alter realizava sua rodada de captação com a CapTable.

Na ocasião, a startup recebeu R$2.137.600,00 em aporte de 768 investidores. Conforme o Fato Relevante comunicado pelo Méliuz ao mercado, a negociação foi fechada em torno de R$25,9 mi. 

Desta vez trata-se de outra gigante do mercado, única unicórnio da América Latina do segmento de criptomoedas, o que reforça que as grandes corporações estão sempre observando as startups que abrem rodada na CapTable. 

“É o segundo exit do portfólio da CapTable em pouco mais de dois anos de operação. Mas o que chama atenção é que em ambos os exits, as empresas que absorveram as startups eram gigantes e com muita relevância no mercado financeiro”, reforça Enck. 

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Fonte: cointelegraph.com.br