Brasileiro que investiu tudo que tinha em dogecoin deixou de ser milionário. Mas só por 24 horas



Glauber Contessoto, o brasileiro que foi parar no The New York Times depois de investir todas as suas economias em Dogecoin, perdeu o título de milionário por 24 horas com a queda drástica da moeda meme na terça-feira (23).

Quando comprou as criptomoedas pela primeira vez em fevereiro, ele fez uma promessa para a comunidade da Dogecoin que não venderia nenhum token por um ano. Quando o ativo desabou 41% ontem, trouxe para baixo também a fortuna de Glauber. Porém, o ativo voltou a subir na manhã desta quarta, o que fez com que ele praticamente mantivesse o status de milionário.

Quando Glauber contou a sua história ao Portal do Bitcoin no mês passado, ele tinha US$ 2,1 milhões em DOGE na conta, uma fortuna avaliada em pouco mais de R$ 11 milhões naquela época.

Ele compartilhou um print no Twitter do seu saldo de US$ 764 mil no aplicativo Robinhood, com a legenda “vamos subir novamente”. E de fato foi isso que aconteceu. Após bater a mínima de US$ 0,16, a DOGE logo recuperou os ganhos e nesta quarta (23), está valendo US$ 0,23 — uma alta de 37% nas últimas 24 horas.

A Dogecoin só precisa alcançar novamente US$ 0,25 para que o brasileiro recupere o seu status de milionário — em dólares, claro.

“Se eu sou um idiota por não ganhar US$ 3 milhões, desaparecer e ferrar com todos aqueles que eu disse para COMPRAR, que assim seja. Eu ganho quando todos nós ganhamos! #Dogecoin é uma família!”, tuitou Glauber em resposta às críticas que recebeu por não realizar nenhum lucro com a moeda.

Sobe e desce da DOGE

Ontem a Dogecoin atingiu a cotação mais baixa vista desde 15 de abril, o dia exato em que Glauber se tornou um milionário. Naquelas 24 horas, a moeda disparou 110% e alcançou US$ 0,26, fazendo os 4 milhões de DOGE que o brasileiro tinha comprado no dia 5 de fevereiro, valer US$ 1 milhão pela primeira vez.

Naquele momento, Glauber prometeu a si mesmo que deixaria parada as criptomoedas e só tiraria 10% da fortuna daqui um ano. O brasileiro segue com o seu estilo de vida simples: trabalha todo dia, vive de aluguel em uma casa pequena em Los Angeles e dirige um Toyota Corolla 2004 caindo aos pedaços.

A fé que o investidor deposita na criptomoeda considerada uma shitcoin por muitos especialistas, fez ele se tornar uma pessoa admirada pela comunidade da DOGE e acumular milhares de seguidores nas redes sociais.

Na segunda (21), ele publicou um vídeo falando sobre a queda da moeda, incentivando a sua audiência a segurar firme e não vender na queda. 

Essa não é a primeira vez que Glauber perdeu o posto de milionário. No dia 22 de abril, a moeda alcançou uma mínima de US$ 0,20 e naquela ocasião, ele aproveitou para comprar mais US$ 1 mil em DOGE.

Depois daquela data, a Dogecoin e deu início a sua temporada de alta, alcançou uma máxima histórica de US$ 0,73 e passou intacta pela correção que prejudicou boa parte do mercado cripto em maio. As quedas dessa semana, no entanto, atingiram a moeda meme em cheio, pelo menos temporariamente.





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