Bitcoin atinge alta de 6 dias para cerca de US$ 43 mil e BC explica estouro do teto


Nesta quarta-feira (12) após as mais recentes quedas de preço e maior volatilidade, o bitcoin (BTC) se recuperou ontem e tocou o nível de US$ 43.000 pela primeira vez em quase uma semana, segundo o CoinGoLive

As altcoins estão em uma posição ainda melhor hoje com ganhos substanciais de preço de Polkadot, Cardano, Avalanche e MATIC. Confira no Resumo de Mercado de hoje a explicação do presidente do Banco Central (BC) sobre os principais fatores que levaram a inflação do ano passado estourar o teto da meta. 

BC explica COINGOLIVE
Ranking de Criptomoedas – Fonte: CoinGoLive.com

Bitcoin em alta nas últimas 24 horas

Recentemente relatamos as recentes correções do preço do bitcoin (BTC), que começou há uma semana. Ele foi negociado a US$ 47.000 quando uma queda repentina o levou para US$ 43.000 em horas antes de outra a levar para pouco mais de US$ 41.000. 

O BTC reagiu positivamente neste momento, e os touros levaram o ativo para pouco menos de US$ 43.000 alguns dias depois. No entanto, o cenário mudou mais uma vez para pior na segunda-feira, quando a criptomoeda caiu abaixo de US$ 40.000 pela primeira vez desde setembro de 2021. 

Ele se recuperou com a mesma intensidade e recuperou US$ 42.000 horas depois, o que levou a um grande número de liquidações novamente. 

Normalmente, os períodos em que a alavancagem em aberto de futuros excedem mais do que 2% do valor de mercado são de curta duração e tendem a terminar drasticamente, e para qualquer direção. De acordo com a análise on-chain da Glassnode, atualmente esse índice está em 1,98%. 

BTC alavancado e BC Explica inflação
Índice de alavancagem de juros em aberto de futuros – Fonte: Glassnode

A volatilidade foi sentida fortemente ontem, quando o BTC caiu para US$ 41.500 antes de subir para mais de US$ 43.000, que se tornou a linha de preço mais alta desde o início do crash do mercado. 

A partir de agora, a capitalização de mercado da moeda está acima de US$ 800 bilhões e sua dominância líquida encontra-se em 59,69%. 

BC explica estouro do teto

Os preços de commodities e da energia elétrica, somados aos desequilíbrios entre demanda e oferta de insumos globais, foram apresentados pelo presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, como “os principais fatores” que levaram a inflação do ano passado a estourar o teto da meta.

O quadro, segundo ele, foi influenciado pela desvalorização do câmbio – que por sua vez também refletiu “questionamentos” sobre o “arcabouço fiscal”. Essa foi a explicação dada pelo presidente do Banco Central em carta pública e direcionada ao ministro da Economia, Paulo Guedes, para justificar o fato de o IPCA ter encerrado 2021 em 10,06%.

BC explica o estouro da meta e inflação chega a  10%
Inflação dos últimos 12 meses fecha em 10,06% – Fonte: IBGE

A meta de inflação do ano passado era de 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para mais ou para menos.

Sempre que a inflação fica fora desse intervalo, o presidente do BC é obrigado a escrever uma carta pública destinada ao ministro da Economia detalhando as razões para o comportamento dos preços no ano anterior. Campos foi o quinto a ter de cumprir esse rito. Também já precisaram dar explicações Arminio Fraga, Henrique Meirelles (duas vezes), Alexandre Tombini e Ilan Goldfajn.

Para levar a inflação novamente aos níveis estipulados pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), o BC vem promovendo aquele que já é o maior aumento da taxa real de juros desde que o regime de metas entrou em vigor, segundo Campos.

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O presidente do BC atribuiu a alta dos preços, em grande parte, aos efeitos da pandemia. “A aceleração significativa da inflação em 2021 para níveis superiores às metas foi um fenômeno global, atingindo a maioria dos países avançados e emergentes”, disse no documento.

Segundo Campos, as projeções do BC “são de que a inflação entre em trajetória de queda já no início de 2022, terminando o ano em patamar significativamente inferior ao de 2021”. 

As estimativas da autoridade monetária são de IPCA em 4,7% neste ano e 3,2% em 2023.

“Portanto, o cenário é de convergência da inflação para as metas ao longo do horizonte relevante”, disse Campos Neto. 

Altcoins 

As moedas alternativas sofreram tanto quanto o bitcoin durante a correção, mas as últimas 24 horas foram significativamente mais positivas.

O Ethereum caiu abaixo de US$ 3.000 há dois dias, mas um aumento de 5,09% em uma escala diária empurrou a segunda maior criptomoeda para pouco menos de US$ 3.300.

O resultado das principais altcoins nas últimas 24 horas é o seguinte: Ethereum (+5,09%), Binance Coin (+4,07%), Solana (+4,71%), Cardano (+8,70%), Ripple (+4,75%),  Polkadot (+9,14%), Terra (+9,14%),  Avalanche (+10,08%), Dogecoin (+7,64%), Polygon (+8,69%) e Shiba Inu (+7,79%). 

De acordo com o CoinGoLive, a capitalização de mercado de todos os ativos cripto subiu para cerca de US$ 2,14 trilhões nesta quarta-feira.

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Fonte: cointimes.com.br

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